Antes demais, convém relembrar os capítulos anteriores:
Capítulo 1: 14 de Janeiro de 2009 - Veio a público através da Lusa, uma notícia que indicava que existiria uma resolução para o caso Mártir Santo, através de um protocolo que envolvia a Direcção Regional de Cultura do Alentejo e a Câmara Municipal de Campo Maior.
Capítulo 2: 22 de Janeiro de 2009 - O Sr. Burrica, vem desmentir através da RCM o acordo referido acima.
Capítulo 3: 26 de Janeiro de 2009
“Há cerca de duas semanas o Director Regional de Cultura do Alentejo, José Nascimento, avançava à Agência Lusa a noticia de que, até ao inicio de Março deste ano seria assinado um protocolo entre aquela Direcção Regional, e a Câmara Municipal de Campo Maior para a desmatação do Castelo de Campo Maior.
Já na passada semana a RCM teve acesso a um oficio que foi enviado ao Director Regional da Cultura, da parte da autarquia campomaiorense, onde eram levantadas uma série de questões à Direcção Regional e onde se deixava a ideia de que esse protocolo não iria acontecer entre as duas estruturas politicas.
Ontem a RCM chegou ao contacto com José Nascimento, Director Regional da Cultura do Alentejo, e que disse já ter recebido o ofício da autarquia camarária. Escusando-se a fazer comentários sobre as questões levantadas no documento, o Director Regional limitou-se a dizer que há estão a haver alguns mal-entendidos da parte da Câmara Municipal de Campo Maior.
Segundo o responsável regional o protocolo que está a ser preparado está ainda em fase reuniões, e está a acontecer entre a Direcção Regional e várias outras autarquias, sobre o património que diz respeito ao Ministério da Cultura, e que pertencia ao extinto IPPAR.
Por isso mesmo o objectivo é o de continuar as reuniões com a autarquia campomaiorense como estaria previsto. Aliás, José Nascimento diz mesmo que já se encontrou com o presidente João Burrica, informalmente, e que pretende continuar o acordo.
Essa será uma reunião que servirá para acertar os pormenores do protocolo.
As bases deste protocolo estão também, mais ou menos definidas, de uma forma ampla, para todas as Câmaras dependendo das possibilidades de cada um dos organismos consoante os monumentos de que se fale.
O único ponto em que o Director Regional da Cultura, José Nascimento, parece já não estar certo é na data da assinatura do protocolo, apontando, ainda assim, para o mês de Março ou no inicio de Abril.
As respostas do Director Regional de Cultura do Alentejo, José Nascimento, sobre a polémica questão da assinatura de protocolo com a Câmara campomaiorense, sendo que o responsável regional não reafirma que este protocolo continua em negociações e que, terão de existir mais algumas reuniões, para uma assinatura que se aguarda para o inicio do primeiro terço deste ano."
(in Rádio Campo Maior)
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A esperança está de volta… quer-me parecer, que neste tema têm havido falta de contacto entre as diversas partes intervenientes, daí terem surgido duas notícias contraditórias.
Eu acredito na resolução do Mártir Santo… mas só quando puder ver isso com os meus próprios olhos, talvez seja no Capítulo 4! E vocês?
Cumprimentos
PS: Quero aqui deixar uma palavra de apreço, para os profissionais da RCM e do Jornal Região em Notícias, os quais tem vindo a melhorar o nível de informação nestes dois meios de comunicação paulatinamente.
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ACTUALIZAÇÃO - 13h12
Capítulo 4 - 27 de Janeiro de 2009
Quanto ao facto de vir ou a não a ser assinado, João Burrica afirma que primeiro é necessário perceber todos os contornos do documento, contudo mostra-se disponível para colaborar.
Reunião na 6ª feira, entre a autarquia campomaiorense e o director regional de cultura do Alentejo."
(in Rádio Campo Maior)
Já não digo nada, nem faço previsões para os próximos capítulos, quais novelas mexicanas!
Cumps






